Dezembro 2010
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Novembro 2010
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Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha, porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra.
Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha, mas não vai sozinha e nem nos deixará só, porque leva um pouco de nós e deixa um pouco de si.
Há os que levam muito e deixam pouco, há os que levam pouco e deixam muito.
Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que não nos encontramos por acaso.
” —CHARLES CHAPLIN![]()
A Verdade Nua caminhou pela rua um dia. As pessoas viraram o olhar para outro
lado. A Parábola chegou, adornada e bem vestida. As pessoas a saudaram com
alegria. A Verdade Nua sentou-se solitária, triste e despida. “Por que você está
tão triste?” — perguntou a Parábola. A Verdade Nua respondeu: “Não sou mais
bem-vinda. Ninguém quer me ver. Eles me expulsam de suas portas.” “É difícil
olhar para a Verdade Nua” — comentou a Parábola. “Deixa-me vesti-la um
pouco. Certamente, você será bem recebida”. A Parábola vestiu a Verdade
Nua com um vestido fino feito de narrativa, com metáforas, uma prosa incisiva e
enredos cheios de inspiração. Com riso e lágrimas e aventura a se revelar,
juntas elas começaram a desfiar uma estória. As pessoas abriram suas portas
e serviram a elas o que havia de melhor. A Verdade Nua vestida de estória era
uma convidada muito bem-vinda.
(conto judaico, readaptação de Heather Forest)
Fonte: Gladir Cabral
Ouça a música “Verdade” aqui
Rio de Janeiro, 26 nov (EFE).- A ONG Rio de Paz sugeriu nesta sexta-feira que o Estado proponha a rendição aos traficantes escondidos no bloco de favelas cariocas Complexo do Alemão, para assim evitar um “banho de sangue”.
Em comunicado, a ONG pede que as autoridades concedam um prazo para que os bandidos entrincheirados no complexo de favelas do Alemão se rendam, deponham as armas e se entreguem “antes que haja a provável operação policial que está para ocorrer”.
A ONG, que se dedica a denunciar os abusos de violência cometidos tanto pelas autoridades quanto pelos criminosos nesta cidade brasileira, argumentou que se poderiam preservar “centenas de vidas”.
“A probabilidade de banho de sangue é concreta,
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